A reunião que estava marcada nesta terça-feira (16/12) para tratar dos textos foi cancelada; pedido partiu dos líderes partidários

“Por perceberem que esse é um tema que dividiria muito [os líderes] neste ano, [o PL Antifacção] foi deixado também para o próximo [ano]. Então, ao que parece, sempre é importante dizer, ao que parece, até agora, não há nenhuma pauta que leve a grandes divisões aqui, como tem acontecido quase toda semana”, declarou o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ) a jornalistas.
Depois de avançar com certa dificuldade na Câmara, a proposta foi aprovada por unanimidade no Senado no dia 10 deste mês. O relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), reinstaurou a criação do tipo penal de facção criminosa, instituiu um fundo nacional específico para o combate ao crime organizado e vetou mudanças polêmicas feitas no texto do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Eu acho que vai ser um tema muito polêmico, porque eles vão querer mexer no relatório do senador Alessandro Vieira. Eu acho que o senador Alessandro Vieira construiu um relatório que foi aprovado por unanimidade no Senado, com muito apoio de especialistas. Então, nós, do lado do PT, do lado do governo, vamos defender o texto do senador”, declarou o petista.
(Maria Laura GiulianiLuciana Saravia/Metrópoles)



